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	<title>Psicoterapia e Psicologia &#187; CONFLITOS DO COTIDIANO</title>
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	<description>psicoterapia psicologia psicólogos na Pça da Árvore</description>
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		<title></title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2015 00:08:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fátima Marinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[CONFLITOS DO COTIDIANO]]></category>

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		<description><![CDATA[Três cenas: cena 1- Num sábado, o pai dá almoço para a filha de 3 anos enquanto a esposa trabalha num hospital. cena 2- Os pais conversam sobre como organizar a guarda compartilhada. cena 3- Um pai entra com o bebê no fraldário do shoping. Escolhi algumas cenas que testemunhei no dia a dia para que [...]]]></description>
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									</div></div><p>Três cenas:<br />
cena 1- Num sábado, o pai dá almoço para a filha de 3 anos enquanto a esposa trabalha num hospital.<br />
cena 2- Os pais conversam sobre como organizar a guarda compartilhada.<br />
cena 3- Um pai entra com o bebê no fraldário do shoping.</p>
<p>Escolhi algumas cenas que testemunhei no dia a dia para que representassem as mudanças que o papel de pai tem sofrido.<br />
Essas situações seriam improváveis no tempo de nossos pais e avós. Muitos provavelmente se lembram de frases como: &#8216;Vou contar para seu pai, &#8216; Você vai ver quando seu pai chegar.&#8221; , que apontavam para a autoridade e distância do pai.</p>
<p>Com a entrada da mulher no mercado de trabalho não foi só o papel de mãe que mudou, mas também o de pai. Esse está mais amplo e flexível. Hoje, a linha que divide o que é tarefa de pai e de mãe está cada vez mais tênue.</p>
<p>O papel de pai também tem sofrido grandes transformações.</p>
<p>Algumas questões para refletir:</p>
<p>1- que diferenças existem entre seu modo de ser pai e o de seu próprio pai?<br />
2- que coisas você tem vontade de fazer como pai mas não se permite?</p>
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		<title>Casamento e Separação</title>
		<link>https://www.psicoterapiaepsicologia.com.br/casamento/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 May 2014 17:11:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fátima Marinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[CONFLITOS DO COTIDIANO]]></category>
		<category><![CDATA[brigas no casamento]]></category>
		<category><![CDATA[discussões no casamento]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento conjugal]]></category>

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		<description><![CDATA[CASAMENTO E SEPARAÇÃO: individualidade e mutualidade No tempo de nossos pais e avós, o casamento era mantido muitas vezes às custas de muito sofrimento. Muitos casamentos infelizes eram mantidos em nome da família, da sociedade, dos filhos. A mulher, em geral, era dependente financeiramente do marido e não tinha como se manter ao separar-se. Além [...]]]></description>
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									</div></div><p><strong>CASAMENTO E SEPARAÇÃO: individualidade e mutualidade</strong></p>
<p><a href="http://www.psicoterapiaepsicologia.com.br/wp-content/uploads/2014/05/casal-21.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-871" title="casal 2" src="http://www.psicoterapiaepsicologia.com.br/wp-content/uploads/2014/05/casal-21-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>No tempo de nossos pais e avós, o casamento era mantido muitas vezes às custas de muito sofrimento. Muitos casamentos infelizes eram mantidos em nome da família, da sociedade, dos filhos. A mulher, em geral, era dependente financeiramente do marido e não tinha como se manter ao separar-se. Além disso, se fizesse isso teria que lidar com inúmeros preconceitos. Com os movimentos feministas e a transformação da sociedade, a mulher conquistou o mercado de trabalho e sua autonomia. Com isto, se sentiu mais segura para romper casamentos e buscar relações mais satisfatórias.</p>
<p>Até 1977, no Brasil um casal só podia se separar judicialmente através do Desquite, que consiste na separação do casal e de seus bens, mantendo o vínculo conjugal, isto é, sem a possibilidade de um novo casamento. Em 1977, foi aprovada a lei do Divórcio, que permite romper definitivamente um casamento, e se tornar livre para se casar novamente.</p>
<p>Estas mudanças constituíram um grande avanço e refletem a luta das mulheres por uma transformação de seu lugar na sociedade.</p>
<p>Por outro lado, nas últimas décadas o número de separações aumentou muito. Se antes era raro se separar, com o tempo passou a ser cada vez mais comum. Tenho observado que tanto homens quanto mulheres muitas vezes desistem de uma relação diante dos primeiros conflitos e dificuldades. Não conseguem lidar com os obstáculos e com as diferenças. Criam uma expectativa de que o outro deve atender a todos os seus anseios. Em muitas situações, relatam como agiriam em determinada situação e não entendem como o outro não faz daquele jeito.</p>
<p>No período da paixão, nos misturamos de tal forma com o outro que esquecemos de quem somos. Idealizamos ao máximo o outro e o vemos muitas vezes como solução para todos os males. Quando nos casamos, sonhamos juntos, projetamos um futuro, apostamos no parceiro. Depois, nos deparamos com a convivência do dia a dia, com costumes, manias e atitudes que não conhecíamos direito e, então, começam a surgir os conflitos. Muitas vezes nos sentimos traídos porque o outro nos parece diferente do que imaginávamos, mas nós é que o estamos enxergando com outros olhos. Muitas das características que passamos a enxergar melhor em nossos parceiros e das quais nos queixamos, de certo modo sempre estiveram ali, mesmo que não fosse de modo tão declarado.</p>
<p>Lidar com a quebra de idealização e se deparar de fato com o parceiro com o qual nos casamos constitui uma das dificuldades dos casais de hoje.</p>
<p>Um outro ponto importante a se pensar é que uma relação a dois exige conciliar aspirações, necessidades e desejos individuais e também do casal. Uma equação difícil de se resolver. Muitas vezes, essas aspirações concorrem entre si e não podem ser atendidas plenamente. Afinal, a vida é feita de escolhas. É necessário, então, revezar, negociar, ceder, conciliar e acima de tudo usar e abusar da criatividade.</p>
<p>Para isto, é essencial conseguir escutar o outro e a si mesmo e a partir disso buscar soluções alternativas. É preciso perceber que não se trata de uma disputa para saber quem tem razão, mas sim de somar as forças para buscar a solução mais satisfatória, o melhor caminho para o casal.</p>
<p>Quando o casal tem filhos e se torna uma família, torna-se necessário um novo arranjo. Surgem novas demandas como: educar filhos, equilibrar as contas , dividir tarefas. Por exemplo, é preciso resolver quem leva e busca na escola, quem acompanha no médico e assim por diante. Em função disso, é necessário muita cooperação e criatividade. Se antes um casal ia três vezes por semana ao cinema, talvez agora consiga ir no máximo uma vez com ajuda de uma avó ou babá. Torna-se necessário abrir mão de algumas coisas e conciliar na medida do possível projetos individuais, do casal e da família.</p>
<p><strong>Algumas perguntas para refletir:</strong></p>
<p>1- Como você reage quando percebe que seus planos para um final de semana são diferentes dos de seu parceiro?<br />
2- Como você e seu companheiro lidam com as diferenças de gostos? Por exemplo, quando vão ao cinema, como decidem que filme assistir?<br />
3- Você desvaloriza interesses ou prioridades de seu parceiro quando estes não correspondem aos seus?<br />
4- Que características você observa em seu companheiro que sejam opostas ou muito diferentes das suas? (por ex: um ansioso, o outro muito calmo; um organizado, o outro bagunceiro. Essas diferenças incomodam e/ ou ajudam? De que forma?<br />
5- Que costumes traz de sua família de origem que divergem dos costumes de seu companheiro? Como lida com isso?</p>
<p>Maria de Fátima Novaes Marinho- <strong> </strong>Psicóloga, Psicoterapeuta, Psicodramatista há 25 anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Conciliar trabalho e maternidade</title>
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		<pubDate>Sun, 04 May 2014 14:05:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fátima Marinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[CONFLITOS DO COTIDIANO]]></category>
		<category><![CDATA[conciliar trabalho e maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[ser mãe e profissional]]></category>

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		<description><![CDATA[UM DOS DILEMAS ATUAIS DA MULHER: conciliar o papel de mãe e profissional. cena 1 – uma mãe volta do trabalho na hora do almoço para colocar a filha na perua escolar, até que esta se adapte ao transporte escolar. cena 2 – no meio de uma reunião, uma executiva recebe a ligação de sua [...]]]></description>
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									</div></div><p>UM DOS DILEMAS ATUAIS DA MULHER: conciliar o papel de mãe e profissional.</p>
<p>cena 1 – uma mãe volta do trabalho na hora do almoço para colocar a filha na perua escolar, até que esta se adapte ao transporte escolar.<br />
cena 2 – no meio de uma reunião, uma executiva recebe a ligação de sua empregada dizendo que a filha não quer ir para a escola e ela não sabe mais o que fazer. Apesar de estar no trabalho, ela orienta rapidamente a empregada e consegue que esta resolva a situação.</p>
<p>Essas cenas têm sido frequentes no cotidiano da mulher contemporânea e revelam como os limites entre o papel profissional e o de mãe podem ser tênues. As mulheres se desdobram para atender a inúmeras solicitações e muitas vezes se sentem sobrecarregadas e atordoadas. Em alguns casos, chegam ao estresse e/ou depressão.</p>
<p>Desde que a mulher começou a entrar no mercado de trabalho, mudanças graduais ocorreram na organização das famílias. Muitos homens passaram a participar mais da educação dos filhos e das tarefas domésticas, mas ainda assim presenciamos uma sobrecarga da mulher.</p>
<p>As solicitações no mundo moderno são cada vez maiores e isto também se reflete na maternidade. Todos os dias somos bombardeados por inúmeras informações sobre quais devem ser as melhores condutas para uma mãe; qual a melhor formação para nossos filhos; como escolher a melhor escola, etc. Só que não dá para ser mãe seguindo um manual, nem que seja um manual de psicologia. Essas informações podem ser úteis se não as tomarmos como modelos a seguir rigidamente e sim como uma base para refletirmos e vermos o que nos serve ou não e qual caminho queremos seguir. Não podemos esquecer que cada mãe precisa descobrir o seu próprio jeito de desempenhar esse papel.</p>
<p>Tenho me deparado com mulheres que se cobram muito e se sentem culpadas o tempo todo. Elas executam inúmeras tarefas; levam os filhos na escola e ao médico, trabalham, decidem o que fazer para o jantar, compram o que a professora pediu para o dia seguinte e ainda assim se sentem culpadas quando se esquecem de algo ou estão sem tempo para dar atenção ao filho. O alto grau de exigência faz com que não percebam o valor do que fazem e enxerguem com uma espécie de lupa aquilo que deixaram de fazer. Também percebem qualquer dificuldade dos filhos como decorrente de alguma falha sua. Essas mulheres normalmente sofrem mais por manterem uma imagem idealizada do papel de mãe.</p>
<p>Conciliar diversas atividades e solicitações é um desafio constante do nosso tempo e no caso da mulher mais ainda. Muitas vezes é necessário improvisar, fazer o que é possível. Nas cenas descritas acima, as mães tiveram que improvisar e conseguiram encontrar soluções satisfatórias para conciliar as solicitações do trabalho e da maternidade.</p>
<p>Embora o cérebro feminino tenha mais capacidade para lidar com várias situações ao mesmo tempo do que o do homem, é importante lembrar que isso também tem um limite.</p>
<p>Algumas perguntas para refletir:</p>
<p>- você consegue respeitar seus limites físicos e psicológicos?<br />
- o que você faz quando percebe que o cansaço está grande? Consegue buscar alguma atividade para se recarregar?<br />
- tem conseguido reservar um tempo para si?<br />
- divide tarefas com o companheiro ou filhos? Se divide, a forma como faz isso está satisfatória?<br />
- conversa com o companheiro e filhos sobre as divisão de tarefas?<br />
- você frequentemente se culpa por achar que deveria ter feito melhor?</p>
<p>Parabéns a todas as mulheres!<br />
DIA INTERNACIONAL DA MULHER<br />
2 Respostas para Conflitos do cotidiano</p>
<p>Monica diz:<br />
8 de março de 2014 at 1:06 (Edit)</p>
<p>Sobre as perguntas acima a refletir…<br />
1. nem sempre respeito meus limites físicos e psicológicos.<br />
2. quando percebo que o cansaço está grande, é quando sinto o stress surgir e a irritabilidade aumenta.<br />
a partir destes sinais, tento arrumar tempo para dormir, tomar um banho, ficar sózinha. Se o stress é grande<br />
dá vontade de chorar mesmo e não consigo. As atividades para recarregar são caminhadas, missa, algum lazer<br />
poucas pessoas,<br />
3. esporadicamente reservo um tempo só para mim.<br />
4. sim, divido tarefas com companheiros e filhos. A divisão poderia ser melhor, da parte do filho.<br />
Parece que não percebemos o crescimento deles e continuamos fazendo muitas coisas que eles poderiam fazer sozinhos.<br />
De vez em quando enxergo isso e digo: “você cresceu, agora você pode fazer sozinho” ofereço apoio e fico por perto.<br />
5. Sim, converso com companheiro e filho sobre divisão de tarefas.<br />
6. Sim, com alguma frequencia me culpo por achar que deveria ter feito melhor. Embora outras vezes me surpreendo<br />
com os “bons resultados” observados pelo comportamento e atitude do filho. Daí fico feliz! além da culpa…</p>
<p>Abraço grande Fátima! ótimo texto, muito atual.<br />
Responder<br />
Rosane Landmann diz:<br />
8 de março de 2014 at 21:58 (Edit)</p>
<p>Querida<br />
Adorei o texto,<br />
Saudades.<br />
Beijos<br />
Ro.</p>
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